A esquerda paulistana não reconhece mais os pobres

21/01/2017

Todos devem ter visto uma foto que circulou do prefeito João Doria conversando com um morador de rua que estava sentado na altura do 100 da rua Líbero Badaró.

Ja faz alguns dias. O prefeito voltava à pé da Secretaria Estadual de Segurança Pública para o prédio da prefeitura, no viaduto do Chá, quando cruzou com Gerson Araújo da Silva, de 41 anos. Parou, se agachou e conversou com o homem.

A foto viralizou pela internet e acabou incomodando algumas pessoas que aparentemente não gostaram dessa inagem com o prefeito conversando com o homem.

Alguns sites de esquerda pegaram a foto e fizeram uma espécie de jogo dos sete erros, apontando com setas vermelhas supostos detalhes que comprovariam se tratar de um “mendigo fake”. Alardearam e acusaram o homem de ter sido contratado e colocado ali especialmente para a foto.

Pois bem, está provado que ele realmente é um morador de rua e que muitas vezes come restos de comida de restaurantes da região.

Silva também toma 20 doses de remédios psiquiátricos por dia para tratar sua esquizofrenia, epilepsia e depressão. Quem atesta é o médico que o atende uma vez por mês na UBS do Glicério, o doutor Marcelo de Oliveira Arantes.

Localizaram também sua irmã e seus dois filhos, uma menina e um menino. Em matéria da revista Veja São Paulo desta semana, a irmã se diz disposta a recebê-lo em casa, mas parece não ser da vontade dele voltar.

Além de provada a triste condição de Gerson de morador de rua, provou-se mais uma vez que a esquerda paulistana não reconhece mais os mais pobres e ainda promovem a proliferarão de fake-news ao colocá-lo como um ator que está na foto por um cachê, pessoa que não precisa de ajuda.



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