A gestão Doria não está afim de pagar a conta dos outros, para isso estipulou que os blocos de fora da cidade que quiserem participar, vão ter que ajudar a cidade a pagar a conta da limpeza urbana e de toda infra-estrutura que a capital colocará à disposição deles, como banheiros químicos, orientação de trânsito, segurança, etc.

O valor de R$ 240 mil é baseado no que os órgãos cobrariam normalmente para um evento dessa magnitude, só da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), o valor é de R$ 120 mil.

Mas como sempre, há quem prefira vir, colocar toda sua estrutura (que nunca é pequena), gerar lucro com seus abadás e sair sem pagar a conta.

Foi o caso de Carlinhos Brown, segundo a colunista da Mônica Bérgamo, da Folha. Ele não gostou em ter que ajudar a cidade com o mínimo. Quer deixar a louça pra gente lavar, os donos da casa. Que deselegante.