Em e-mail  obtido pelo blog “Por dentro da Metrópole”, do jornal O Estado de S. São Paulo, gestão do ex-prefeito Fernando Haddad pede para que seja suspensa a compra de 636 tipos de medicamentos.

Segundo a reportagem, “A planilha anexa ao texto traz uma lista com 1.028 remédios, mas com a mensagem “não comprar” para 636 deles.”

 

 

Ainda segundo a matéria, os investimentos em compras de remédios saíram de uma média entre R$ 20 milhões e R$ 30 milhões por mês para próximo de zero em dezembro.

Apesar da prefeitura ter a obrigação de fornecer os medicamentos, a assessoria do ex-prefeito acusou o Estado pela falta dos remédios. O Estado por sua vez, negou e lamentou que a assessoria de Haddad tenha que acusar outra administração pela suspensão nas compras.

A cidade de São Paulo vem sofrendo com a falta de medicamentos nas unidades de saúde, o que vem obrigando que pessoas de baixa renda não tenham como manter seus tratamentos.

 

 

Para amenizar a situação, a gestão do atual prefeito João Doria já conseguiu com a iniciativa privada a obtenção de 6 milhões de remédios.